terça-feira, 22 de abril de 2008

REPORT: BIOFUELS POISED TO DISPLACE OIL


WASHINGTON, D.C.—Biofuels such as ethanol and biodiesel can significantly reduce global dependence on oil, according to a new report by the Worldwatch Institute, released in collaboration with the German Agencies for Technical Cooperation (GTZ) and Renewable Resources (FNR).

Last year, world biofuel production surpassed 670,000 barrels per day, the equivalent of about 1 percent of the global transport fuel market. Although oil still accounts for more than 96 percent of transport fuel use, biofuel production has doubled since 2001 and is poised for even stronger growth as the industry responds to higher fuel prices and supportive government policies. “Coordinated action to expand biofuel markets and advance new technologies could relieve pressure on oil prices while strengthening agricultural economies and reducing climate-altering emissions,” says Worldwatch Institute President Christopher Flavin.

The new report, Biofuels for Transportation: Global Potential and Implications for Sustainable Agriculture and Energy in the 21st Century, sponsored by the German Federal Ministry of Food, Agriculture and Consumer Protection (BMELV), is a comprehensive assessment of the opportunities and risks associated with the large-scale international development of biofuels. It includes information from existing country studies on biofuel use in Brazil, China, Germany, India, and Tanzania.

Brazil is the world’s biofuel leader, with half of its sugar cane crop providing more than 40 percent of its non-diesel transport fuel. In the United States, where 15 percent of the corn crop provides about 2 percent of the non-diesel transport fuel, ethanol production is growing even more rapidly. This surging growth may allow the U.S. to overtake Brazil as the world’s biofuel leader this year. Both countries are now estimated to be producing ethanol at less than the current cost of gasoline.

Figures cited in the report reveal that biofuels could provide 37 percent of U.S. transport fuel within the next 25 years, and up to 75 percent if automobile fuel economy doubles. Biofuels could replace 20–30 percent of the oil used in European Union countries during the same time frame.

As the first-ever global assessment of the potential social and environmental impacts of biofuels, Biofuels for Transportation warns that the large-scale use of biofuels carries significant agricultural and ecological risks. “It is essential that government incentives be used to minimize competition between food and fuel crops and to discourage expansion onto ecologically valuable lands,” says Worldwatch Biofuels Project Manager Suzanne Hunt. However, the report also finds that biofuels have the potential to increase energy security, create new economic opportunities in rural areas, and reduce local pollution and emissions of greenhouse gases.

The long-term potential of biofuels is in the use of non-food feedstock that include agricultural, municipal, and forestry wastes as well as fast-growing, cellulose-rich energy crops such as switchgrass. It is expected that the combination of cellulosic biomass resources and “next-generation” biofuel conversion technologies—including ethanol production using enzymes and synthetic diesel production via gasification/Fischer-Tropsch synthesis—will compete with conventional gasoline and diesel fuel without subsidies in the medium term.

The report recommends policies to accelerate the development of biofuels, while maximizing the benefits and minimizing the risks. Recommendations include:
  • Strengthen the Market. Biofuel policies should focus on market development, based on sound fiscal incentives and support for private investment, infrastructure development, and the building of transportation fleets that are able to use the new fuels.

  • Speed the Transition to Next-Generation Technologies. It is critical to expedite the transition to the next generation of biofuel feedstock and technologies, which will allow for dramatically increased production at lower cost, while minimizing environmental impacts.

  • Protect the Resource Base. Maintaining soil productivity, water quality, and myriad other ecosystem services is essential. National and international environmental sustainability principles and certification systems are important for protecting resources as well as maintaining public trust in the merits of biofuels.

  • Facilitate Sustainable International Biofuel Trade. Continued rapid growth of biofuels will require the development of a true international market in these fuels, unimpeded by the trade restrictions in place today. Freer movement of biofuels around the world should be coupled with social and environmental standards and a credible system to certify compliance.

The report’s findings were discussed today at a conference on Capitol Hill hosted by Worldwatch President Christopher Flavin and GTZ Director General Peter Conze. Participants included policymakers and representatives of the private sector, governments, international agencies, and nongovernmental organizations.

Speakers at the opening session included World Bank President Paul Wolfowitz; Thomas Dorr, Under Secretary at the U.S. Department of Agriculture; and German Ambassador to the United States, Klaus Scharioth. Other conference speakers include R. James Woolsey, Vice President of Booz Allen Hamilton and former Director of Central Intelligence; John Podesta, President and CEO of the Center for American Progress; and representatives from DaimlerChrysler AG, Iogen Corporation, and CHOREN Industries, as well as Suzanne Hunt and other contributors to the biofuels report.

by Worldwatch Institute on June 7, 2006

Fonte: Worldwatch Institute; disponível em: http://www.worldwatch.org/; acesso em 22/04/2008.


sábado, 19 de abril de 2008

BM&F e Bovespa Holding aprovam proposta de fusão


A Bolsa de Mercadorias & Futuros e a Bovespa Holding anunciaram na madrugada desta sexta-feira (18) que foi aprovada pelas suas administrações a proposta de fusão das duas instituições. A proposta será levada para aprovação em assembléia extraordinária de acionistas marcada para 8 de maio.

Pelos termos da proposta, os acionistas da Bovespa Holding receberão 1,4248 ação ordinária da Nova Bolsa para cada ação ordinária da Bovespa Holding que possuam e 1 ação preferencial resgatável da Nova Bolsa para cada 10 ações ordinárias da Bovespa Holding. No caso dos acionistas da BM&F, cada um receberá uma ação ordinária da Nova Bolsa para cada ação ordinária que possuem. A nova instituição formada a partir da operação será chamada de BM&F Bovespa SA - Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros.
Entre as maiores do mundo

As duas instituições anunciaram no final de fevereiro início das conversas para a formação de uma das cinco maiores bolsas de valores do mundo, além de dar força para que busquem uma consolidação do mercado na América Latina. A fusão irá criar a terceira maior bolsa do mundo (atrás da Deutsche Börse e da Bolsa de Chicago) e a segunda das Américas em valor de mercado. A Bovespa concentra hoje cerca de 70% do volume de negócios com ações na América Latina. Ela também é responsável pela negociação de opções, entre outros ativos. Na BM&F são negociados taxas de juros, dólar, índice de ações e contratos agrícolas, entre outros produtos.


Fonte: Globo, disponível em: http://g1.globo.com/, acesso em 19/04/2008 às 14h49.

quarta-feira, 16 de abril de 2008

Entenda como a taxa Selic afeta a vida do consumidor


O que é a Selic? A taxa Selic é a média de juros que o governo brasileiro paga por empréstimos tomados dos bancos. Quando a Selic aumenta, os bancos preferem emprestar ao governo, porque paga bem. Já quando a Selic cai, os bancos são "empurrados" para emprestar dinheiro ao consumidor e conseguir um lucro maior. Assim, quanto maior a Selic, mais "caro" fica o crédito que os bancos oferecem aos consumidores, já que há menos dinheiro disponível.

Por que a Selic é importante para a política econômica? O governo usa essa taxa como instrumento para controlar a inflação. Se a Selic é alta, há menos dinheiro circulando e menos procura por produtos e serviços à venda. Se a demanda é menor, os preços caem. A Selic também ajuda a controlar a entrada de investimentos estrangeiros. Quem investe em títulos brasileiros ganha com os juros altos, o que faz entrar mais dinheiro no país. Quanto mais dólares entram no país, menor a cotação dessa moeda por aqui.

Por que tanta gente reclama dos juros altos? Os juros altos diminuem o consumo, o que prejudica as vendas e as empresas. Se as empresas não crescem, há mais desemprego, e a economia encolhe. Além disso, o investimento estrangeiro que entra no país por causa dos juros altos é especulativo. Esse dinheiro pode sair daqui a qualquer momento; é diferente do capital que entra para construir uma fábrica ou melhorar uma empresa.

E para o consumidor, que diferença isso faz? É a Selic que dá a medida das outras taxas de juros usadas no país: do cheque especial, do crediário, dos cartões de crédito, da poupança. É a partir dela que os bancos calculam quanto cobrarão de juros para conceder um empréstimo. Quanto menor a Selic, mais "barato" fica para o consumidor fazer um empréstimo ou comprar a prazo. Mas essa relação não é direta. Quando o Banco Central reduz a Selic, essa queda demora a chegar ao consumidor. Isso acontece porque os bancos também cobram, em forma de juros, impostos (IOF), inadimplência, seus custos e seu lucro. Essa diferença entre o que o banco paga ao tomar um empréstimo e o que ele cobra ao conceder um empréstimo é o chamado "spread bancário".

Também dá para ganhar com a Selic alta? Como a Selic também influencia os juros que os bancos pagam quando emprestam dinheiro de alguém, o consumidor também pode ganhar com isso. Em geral, quanto maior a Selic, maior o rendimento das aplicações de renda fixa, como poupança e CDBs.
Fonte: Globo/Economia e Negócios, disponível em: www.globocom.br, acesso em 14/04/2008 às 10h48m.

terça-feira, 15 de abril de 2008

Petrobras estuda compra de refinaria em Aruba


A Petrobras confirmou nesta terça-feira (15) seu interesse em adquirir uma refinaria localizada em Aruba, pertencente à americana Valero Energy, e não descartou a possibilidade de negociar outros ativos também da Valero nos Estados Unidos.


Segundo o diretor da área Internacional da estatal, Jorge Zelada, a companhia aguarda ainda a conclusão da reforma que teve de ser feita na unidade de Aruba, por conta de um incêndio ocorrido no local no mês passado. "Acreditamos que essas obras devam ser concluídas em abril para então reavaliarmos nosso interesse", disse.

A Valero Energy já havia anunciado que está estudando vender quase um terço das unidades na América do Norte em meio à desaceleração econômica do país, que afeta a demanda por combustível. O grupo disse ainda que está explorando novos projetos no Oriente Médio e na Ásia. A companhia é responsável pelo processamento de 3,1 milhões de barris por dia (bpd) e quer se desfazer das instalações destinadas a 840 mil bpd. Em Aruba, a capacidade de processamento é de 265 mil bpd.

Estamos sempre atentos para agregar valor ao nosso óleo e por isso mesmo estamos sempre avaliando ativos na área de refino", disse Zelada. Além do mercado consumidor americano, onde a Petrobras já tem a refinaria de Pasadena, que deve passar por uma ampliação de capacidade ainda este ano, a estatal também mira o mercado europeu.

Cuba

Zelada também informou que a Petrobras está avaliando a possibilidade de explorar áreas com potencial de petróleo em Cuba. Segundo ele, ainda não há um avanço nas análises que permita especificar de que forma a estatal atuaria na ilha cubana.


No início do ano, a Petrobras e a Companhia Cubana de Petróleo (Cupet) assinaram acordo de cooperação nas áreas de exploração e produção, lubrificantes, refino, manutenção, pesquisa e desenvolvimento, e recursos humanos. O acordo prevê a avaliação do potencial de blocos na parte cubana do golfo do México.
Fonte: Globo, disponível em: http://g1.globo.com/, acesso em 15/04/2008 às 16h49.

sexta-feira, 4 de abril de 2008

Presidente da Venezuela anuncia nacionalização da indústria de cimento



SÃO PAULO - O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, anunciou ontem em rede nacional de rádio e televisão a nacionalização da indústria de cimento.No ano passado, Caracas lançou campanhas para nacionalizar as empresas de petróleo, de energia e de telecomunicações como parte de um plano para ampliar o controle do Estados sobre setores estratégicos.A medida afetará a mexicana Cemex. O governo do México, segundo a empresa, defenderá os interesses "legítimos" na Venezuela e comunicou que convocará o embaixador venezuelano no México, Roy Chaderton, "para conhecer o alcance e a natureza das declarações" de Chávez.
Por Juliana Cardoso para Valor Online, com agências internacionais.

Fonte: Valor Econômico, disponível em: http://www.valoronline.com.br/, acesso em 04/04/2008 às 13h25m.

Petrobras decide que P-62 será clone da P-54


A Petrobras aprovou o início da contratação da plataforma P-62, a ser instalada no Módulo 4 do Campo de Roncador, na Bacia de Campos. Após diversos estudos internos, tanto técnicos como econômicos, a empresa decidiu que a melhor opção é a reutilização do projeto da P-54 para a P-62. Com isso, a Petrobras pretende fazer um ?clone? da plataforma P-54.

A P-62 será uma unidade do tipo FPSO capaz de produzir 180 mil barris de petróleo por dia, estocar 1,8 milhão de barris e comprimir seis milhões de metros cúbicos de gás natural. A unidade ficará ancorada em profundidade d'agua de 1.545 metros.

A construção da P-54 foi realizada em 41 meses após a assinatura de três contratos em junho de 2004. Os módulos de compressão de gás foram construídos pelo consórcio ?Dresser- Rand? e ?Mauá Jurong?; os de geração elétrica pela a empresa ?Nuovo Pignone?. Já a conversão do casco, em Cingapura, a fabricação dos demais módulos e integração da unidade ficaram a cargo da ?Jurong Shipyard?, no estaleiro Mauá, em Niterói.A exemplo da P-54, a plataforma P-62 também terá requisitos de conteúdo nacional, possibilitando a formação de 2.600 empregos diretos, além de mais de 10 mil empregos indiretos.

Fonte: Portos e Navios, disponível em: http://www.portosenavios.com.br/; acesso em 04/04/2008 às 11h56m.

quarta-feira, 2 de abril de 2008

Green taxes

POLITICIANS and bigwigs from over 190 countries gathered for a UN climate-change summit in Bangkok starting on Monday March 31st. International efforts are being stepped up as the scientific outlook becomes increasingly pessimistic. At national level, however, environmentally-related taxes in many countries have fallen. Across the OECD as a whole, such taxes made up an average of 5.6% of total tax receipts in 2005, down from 5.9% in 1996.





Fonte: The Economist, disponível em: http://www.economist.com/; acesso em: 02/04/2008 às 10h20m.